Mostrando postagens com marcador Enfermidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Enfermidade. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Confiança no cuidado de Deus: milagre

A partir do dia 3 de maio o corpo da minha irmã começou a reagir e apresentar melhoras, de forma que o inchaço do cérebro não mais se desenvolvia. Quando médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e fonoaudiólogos entravam no quarto da UTI para examiná-la e fazer procedimentos de rotina ela reagia bem a todos os comandos e estímulos que eles solicitavam. O lado esquerdo do corpo apresentava bons sinais, ela mexia a perna esquerda, a mão esquerda e apresentava um sorrisinho de lado, ou seja, respondia a todas as perguntas mexendo a cabeça e a todos os comandos com o lado esquerdo do corpo. Ainda no dia 3 de maio a fonoaudióloga tentou dar-lhe sopa para comer, mas ela ainda não estava com coordenação para mastigar e engolir. Um passo de cada vez era dado. Seu corpo já demonstrava bons sinais ao conseguir fazer as necessidades fisiológicas, sem nunca ter utilizado sonda externa.
Ao receber a visita de um pastor amigo, ele começou a conversar quando ela estava dormindo, mas ela abriu os olhos e deu um sorrisinho de lado pra ele. Ele orou por ela e quando ele falou que ela ainda iria voltar para casa para cuidar do filho e do esposo ela chorou, o que era considerado um ótimo sinal. Ela estava reagindo muito bem, reconhecendo as pessoas e interagindo com demonstração de alegria e emoção. Ela também fechava os olhos na hora da oração e os abria ao final naturalmente, mostrando que sabia de tudo que se passava ali. 
No dia 4 de maio, ela continuava interagindo, sorrindo e evoluindo sempre, mesmo que em passos curtos. Os médicos demonstravam animação com essa evolução. Nesse dia ela ganhou uma foto 3x4 de seu filho de 3 anos e não quis mais largá-la. Quando a fisioterapeuta, querida amiga nossa, foi visitá-la, minha irmã se mostrou muito inquieta, mas ela não entendia por quê. Minha irmã então fez grande esforço para se virar com o lado esquerdo de forma que ela não tinha feito ainda, só para mostrar que a foto tinha caído no chão. Após conseguir a foto ela se tranquilizou novamente e pediu para colocá-la ao lado da cama.
Até o dia 5 de maio ela se alimentava por sonda gástrica, porém nesse mesmo dia ela conseguiu começar a engolir a sopa dada pelos enfermeiros e os profissionais da saúde a colocaram assentada em uma poltrona.
Além das maravilhosas evoluções apresentadas nesses dias, ainda recebemos a maravilhosa notícia dos médicos informando que minha irmã não estava mais correndo o risco de vida, mas ainda com um quadro que inspirava cuidado.
No dia 7 de maio tivemos uma grata alegria: minha irmã estava na UTI somente para monitoração e realização de mais alguns exames de controle, pois ela acordou muito bem e o estado de sonolência já havia passado e agora ela se apresentava bem acordada. Às 16h, no horário que é permitido a visita na UTI, eu voltei a visitá-la com minha mãe e realmente tivemos a grande satisfação de encontra-la bem acordada e a visita foi bem agradável. No finalzinho da visita o médico veio para apresentar o relatório daquele dia e disse que ela receberia alta logo em seguida, sairia da UTI e seguiria para o quarto. A notícia irradiava alegria em nosso coração!
Nós glorificávamos a DEUS, pois dia a dia Ele havia concedido grandes bênçãos. A evolução da minha irmã é diária e mesmo que se manifeste de pouquinho em pouquinho estamos vendo o milagre vindo de DEUS.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Confiança no cuidado de Deus: esperança

Imagem: Brotinho por L. Rodrigo, usada sob CC BY-NC-ND 2.0

Passamos a madrugada do dia 2 para 3 de maio com o coração entregue a Deus e em oração, confiando no SENHOR de que não seria necessário a Patrícia passar por intervenção cirúrgica e na expectativa de não receber nenhum ligação do hospital com nenhuma notícia pesarosa. A noite transcorreu tranquilamente e o alvorecer do dia 3 de maio chegou com a mais santa paz e tranquilidade sem más notícias.
A manhã passou tão tranquila quanto a madrugada anterior e aproximou-se o horário da 16h quando permitem as visitas na UTI. Nesse dia tive o privilégio de entrar com minha mãe para visitar minha irmã. Na sala de espera, aguardando o momento de entrar, meu coração se acelerava com a expectativa de como seria reencontrar minha irmã e como eu reagiria ao vê-la no leito de UTI, pois era a primeira vez que eu a veria desde o acidente.
Ao entrar na UTI a encontramos repousando, pois ela ainda se encontrava em estado de bastante sonolência. Segurei e fiz carinho em sua mão e toquei em seu rosto. Eu e minha mãe começamos a conversar com ela para ver se ela despertava um pouco do sono e interagia conosco. Ela abriu os olhos e, como minha mãe a estava acompanhando mais de perto, observou que seu olhar apresentava um aspecto melhor. Ao despertar, ainda sonolenta, começamos a fazer algumas perguntas e ela começou a interagir, respondendo as nossas perguntas com gestos leves tanto com a cabeça, quanto com a mão esquerda. Como era a primeira vez que estava tendo contato com ela eu a senti distante e a sensação que tive era que ela não queria me ver, com uma expressão séria. Mas isso era somente impressão minha, pois a situação que ela se encontrava era muito delicada. Ela ainda estava voltando a si e reaprendendo utilizar seu corpo e sentidos de forma geral para interagir com o meio em que se encontrava.
Uma forma que usei para avaliar se ela estava consciente e a par do que estava acontecendo foi fazendo uma brincadeira: disse que ela teria que melhorar logo para voltarmos na loja de sapatos à qual fomos juntas no dia 30 de março para olhar com calma os sapatos, já que nesse dia realizamos várias atividades e não deu tempo de olhar com calma essa loja, que encontramos em um de nossos percursos. Nesse momento ela deu um sorrisinho bem leve somente com o lado esquerdo do rosto. Essa expressão produziu em mim e em nossa mãe um renovo e saltamos de alegria. Com isso, fiz outra brincadeira. Disse que eu achava que ela estava com uma expressão fechada para mim, pois, quando me viu entrando, sabia que seu marido não mais entraria naquele dia por causa à limitação de visitas da UTI. Nesse momento ela abriu um pouco mais o sorriso e saiu lágrimas em seus olhos, parecia que ela sentia um misto de emoção com alegria. Então, eu lhe tranquilizei dizendo que podia ficar feliz que o médico liberou para meu cunhado visitá-la nos últimos minutos. Eu sairia e ele entraria, mais uma vez ela apresentou um leve sorriso. No finalzinho da visita dois médicos apareceram para apresentar o relatório médico daquele dia e disseram que o quadro dela continuava a inspirar cuidado, mas que ela já havia apresentado melhoras com relação ao dia anterior e depois disseram o que nós mais ansiávamos em ouvir. Não seria mais necessário realizar a intervenção cirúrgica. O corpo dela estava reagindo e apresentando melhoras, de forma que o inchaço do cérebro não havia se desenvolvido. Escutar essas palavras foi um momento grande alegria e nos fez ter ainda mais motivos de gratidão. As esperanças aumentavam que em breve ela iria sair da UTI.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Confiança no cuidado de Deus: o toque

No momento que minha mãe ficou sozinha com minha irmã no quarto da UTI ela começou a refletir sobre a devocional que fez pela manhã no texto de João (9.1-7). Se Deus havia curado um cego de nascença para que se manifestassem nele as obras de Deus, da mesma forma Deus poderia usar a vida da minha irmã como instrumento vivo para que se manifestasse nela a glória de Deus.
Junto com a nossa família todos os irmãos da igreja estavam buscando a Deus em favor dela e acreditávamos que o milagre poderia ser feito. Então, minha mãe se curvou diante do nosso Deus Grandioso e clamou pela sua misericórdia e bondade, visto que Ele era o único que poderia operar o milagre sobre a vida da minha irmã. Em sua oração minha mãe pediu que o SENHOR desinchasse o seu cérebro e que se fosse essa sua vontade, que não a levasse. Ela pedia isso pensado em meu sobrinho, em como ele ficaria sem a sua mãe e na importância que a mãe tem em todos os aspectos e fases da vida. Se mãe é insubstituível, ela faria falta em seu desenvolvimento e formação como pessoa.
Durante a oração, com os olhos fechados, minha mãe sentiu minha irmã pegando no seu braço com a mão esquerda, a mão que não sofreu perda motora, ao perceber essa reação da minha irmã, minha mãe abriu os olhos e viu minha irmã balbuciando algo. Em seguida ela aquietou-se e voltou a dormir da mesma forma que estava antes.
Naquele instante, com o coração perplexo pelo que acabara de acontecer, minha mãe voltou a orar, vivenciando uma experiência inigualável, de forma que com o seu corpo tremendo ela sentiu que Deus estava respondendo as orações. Foi um momento único.
Minha mãe já estava no quarto da UTI há cerca de uma hora. Então chegou um dos pastores, cunhado do meu cunhado, e depois novamente a equipe médica para examinar o estado clínico da minha irmã. Iniciaram os mesmos procedimentos de antes, ao tocar na sola dos pés sentiram movimento diferente do anterior. Quando foi observar as pupilas, começaram conversar entre eles. Curiosa e um pouco ansiosa, minha mãe perguntou o que estava acontecendo. Um dos médicos então respondeu que a reação apresentada pelo corpo da minha irmã era um bom sinal. Minha mãe sentiu mais aliviada e mais confiante no SENHOR. Perguntou se poderia ficar no quarto da UTI mais algum tempo e responderam que sim.
O tempo limite de visitas na UTI é de somente vinte minutos e a equipe médica não permite os visitantes ficar muito mais tempo que isso. No entanto, nesse dia os médicos deixaram minha mãe ficar dentro da UTI cerca de duas horas acompanhando minha irmã. A impressão que ela teve é que o corpo médico a deixaram ficar mais tempo como forma de despedir da minha irmã, reafirmando que o caso dela inspirava muito cuidado, sendo esse o dia mais crítico. Contrariando esse sentimento, porém, minha mãe foi para casa completamente confiante no agir de Deus.

REFERÊNCIAS

João. Português. A BÍBLIA Sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. 2. ed. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Confiança no cuidado de Deus: refrigério

Quando internada na UTI, o quadro que minha irmã encontrava-se era de sonolência, respiração estável e aguardávamos seu corpo reagir. Por poucos momentos ela ficava acordada. Inicialmente a ela somente foi administrado soro na veia, porém, por causa da sonolência e por ainda estar no início da reação ao trauma ela encontrava-se temporariamente sem poder deglutir os alimentos, por isso ligaram a ela uma sonda gástrica, além de um monitor de pressão.
Pela análise clínica o seu quadro era considerado grave, devendo-se ficar sob estrita observação, pois pelo trauma sofrido na parte esquerda do cérebro com comprometimento de 60% o cérebro estava sendo comprimido dentro do crânio por estar inchado e que lhe provocava a sonolência. Se a compressão não diminuísse, havia o risco de inchar mais e, nesse caso, teria que ser realizada uma cirurgia de emergência em que seu crânio teria que ser aberto.
Apesar da situação delicada em que se encontrava, dentro das primeiras 24h internada, ela começou a fazer os primeiros movimentos com o lado esquerdo do corpo, aquele que não sofreu comprometimento com acidente no cérebro. Ela ajeitou a coberta com a mão esquerda, mexia a perna esquerda e abria os olhos. Nos momentos em que abriu os olhos e alguém estava por perto ela já começava a ensaiar algumas interações. Mas os médicos sempre alertavam que apesar dela estar respondendo alguns estímulos seu quadro era muito grave e delicado, com sério risco de morte, situação que, segundo eles, "inspirava cuidado".
Naturalmente, essa situação abalava toda a família. Lembro-me que no dia 2 de maio, logo cedo, ao acessar a internet vi uma publicação da minha mãe do texto bíblico de João 9.1-7:

1 Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença.
2 E os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
3 Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.
4 É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
5 Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo
6 Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego,
7 dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que quer dizer Enviado). Ele foi, lavou-se e voltou vendo.

Em sua publicação minha mãe mostrava que apesar de inicialmente estar angustiada com toda a situação que estávamos sofrendo, após a essa leitura sentiu um refrigério na alma. Sabia que Deus estava cuidando da Patrícia. Creu que Ele, o mesmo Deus que havia curado um cego de nascença, entre tantos outros milagres, tem poder para preservar o cérebro da minha irmã e curá-la.
Em cada momento a Graça de Deus mostrava-se intimamente presente

REFERÊNCIAS

João. Português. A BÍBLIA Sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. 2. ed. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Confiança no cuidado de Deus: orações

Até esse momento não tínhamos contado os fatos acontecidos nem para os parentes, nem para os amigos, pois estávamos aguardando sair o resultado e descobrir do que se tratava o caso dela. No momento que saíram os resultados dos exames e os médicos diagnosticaram que minha irmã tinha sido acometida de um AVC isquêmico, logo foi transmitido a informação à família, parentes, pastores da igreja, irmãos da igreja e amigos, tanto com o intuito de informar o acontecido, mas principalmente para que todos orassem, intercedendo a DEUS pela vida da minha irmã.
Assim, uma grande corrente de oração foi levantada, a qual se espalhou pelas redes sociais. Tínhamos pessoas de vários cantos do Brasil, inclusive igrejas inteiras intercedendo a favor da minha irmã.
Uma grande demonstração de carinho foi dada por uma querida conhecida de meu cunhado que morava em Brasília e atualmente mora em Curitiba. Logo que soube do que ocorreu ela tratou logo de interceder a favor da minha irmã, compartilhou o fato com sua igreja e divulgou pela internet a seguinte mensagem:

Figura 1 - Mensagem no Facebook com pedido de oração com intercessão a DEUS pela vida da minha irmã.
Fonte: Souza, 2013.

A igreja a qual pertencemos logo também divulgou rapidamente informações sobre o acidente. Como dia 1º de maio era uma quarta-feira, dia de reunião de oração e estudo bíblico, os irmãos da igreja que foram ao culto já intercederam pela vida da minha irmã. Do dia 5 de maio, o primeiro domingo após o acidente, o nome dela já constava no boletim da igreja na parte de intercessão pelos irmãos enfermos. Além disso, entendendo que era ocasião própria e adequada, foi estabelecida naquela semana que a igreja estaria em jejum e oração a favor desses irmãos.

Figura 2 - Mensagem no Boletim Dominical estabelecendo semana de jejum e oração a favor dos irmãos enfermos. 
Fonte: 2IPT, 2013.


Então, estava estabelecida uma corrente de intercessão como eu nunca havia visto antes.

REFERÊNCIAS

SEGUNDA IGREJA PRESBITERIANA DE TAGUATINGA. Jejum. Boletim Dominical, Taguatinga, DF, ano 19, n. 1243, 5 maio 2013. Disponível em: < http://www.segundaipt.org.br/img_banners_publicidade/88.pdf>. Acesso em: 27 nov. 2013. 

SOUZA, Lídia. Pedido de oração. Curitiba, 2 maio 2013. Facebook: /lidia.souza.1004. Disponível em: < https://www.facebook.com/photo.php?fbid=672282472801420&id=100000590193088&set=a.102231783139828.5491.100000590193088&_ft_>. Acesso em: 27 nov. 2013.



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Confiança no cuidado de Deus: o encontro

Ao chegar ao portão da casa observamos que a ambulância do SAMU já havia chegado. Meu pai tinha ligado para uma das irmãs do meu cunhado para acompanhar minha irmã na ambulância, pois ela é uma ótima pessoa para cuidar e lidar com essas situações. Quando entramos no portão encontramos com ela, com seu filho mais velho que fora leva-la e com meu pai. A equipe do SAMU já estava no quarto e já tinham colocado minha irmã na maca. Eles fizeram alguns testes para ver seus sinais vitais. Mediram a pressão e verificaram que não estava alterada, estava no normal dela. Minha irmã tomava remédio de pressão já fazem uns nove anos. Ela não era hipertensa, a causa dela tomar remédio de pressão era algo mais simples. Uma das válvulas cardíacas de seu coração não apresenta um fechamento adequado, causando sinais e sintomas de aumento dos batimentos cardíacos, o que acelera o coração e aumenta a pressão sendo assim necessário tomar o remédio, mas nada que comprometesse sua saúde.
Quando chegamos dentro do quarto a cena que nos deparamos foi minha mãe ajoelhada na cama chorando e clamando a Deus. Meu sobrinho estava em cima da cama olhando para minha irmã e dizendo, "Olha! Mamãe doente". Meu cunhado ajudava o SAMU abrindo espaço dos móveis do quarto para que a maca pudesse ser tirada de lá. A cena dela saindo do quarto é a que mais me marcou, o único movimento do corpo que ela fazia era mexer os olhos, um olhar amplo que olhava para todas as direções sem foco. Minha vontade é de que ela estivesse ali olhando para mim e que me escutasse quando eu disse: "Eu te amo muito".
Minha irmã foi levada para o hospital que sempre consultamos, próximo de casa. Acompanhando-a ao hospital foram meu cunhado e sua irmã. Ao chegarem ao hospital, os médicos ao, examinando-a, inicialmente não souberam dizer o que ela tinha e disseram ser necessário fazer vários exames para emitirem um diagnóstico. Enquanto isso, ela ficou em observação na sala de emergência em monitoramento constante. Ela não mudou de reação e continuava somente com os olhos abertos e sem nenhum movimento no corpo. Os médicos não utilizaram de nenhum procedimento enquanto não saiu o resultado dos exames, pois ela respirava normal e os batimentos cardíacos também estavam normais. Na visão da equipe médica o procedimento era aguardar os exames.
Em casa com minha mãe, estávamos apreensivos, porém sempre confiantes de que o Senhor estava no controle de tudo.